22/12
2011
Karolzinha aqui dividindo com vocês mais um livro que VALE MUITO a pena ler!
Livro: The Lonely Hearts Club- Porque ninguém precisa de uma namorado para ser feliz
Autora: Elizabeth Eulberg
Editora: Intrínseca
Penny Lane Bloom cansou de tentar, cansou de ser magoada e decidiu: homens são o inimigo. Exceto, claro, os únicos quatro caras que nunca decepcionam uma garota — John, Paul, George e Ringo. E foi justamente nos Beatles que ela encontrou uma resposta à altura de sua indignação: Penny é fundadora e única afiliada do Lonely Hearts Club — o lugar certo para uma mulher que não precisa de namorados idiotas para ser feliz. Lá, ela sempre estará em primeiro lugar, e eles não são nem um pouco bem-vindos. O clube, é claro, vira o centro das atenções na escola McKinley. Penny, ao que tudo indica, não é a única aluna farta de ver as amigas mudarem completamente (quase sempre, para pior) só para agradar aos namorados, e de constatar que eles, na verdade, não estão nem aí. Agora, todas querem fazer parte do Lonely Hearts Club, e Penny é idolatrada por dezenas de meninas que não querem enxergar um namorado nem a quilômetros de distância. Jamais. Seja quem for. Mas será, realmente, que nenhum carinha vale a pena? “Leitura imperdível para qualquer pessoa que já esteve apaixonada… ou que jurou nunca mais fazer isso de novo.” Stephenie Meyer, autora de Crepúsculo.
Que nunca sofreu de amor? Que nunca teve o coração partido? E para concluir a série de perguntas: quem nunca leu um livro sobre isso?! Mas The Lonely Hearts Club, apesar de ser sobre coração partido, é completamente diferente de tudo que você já leu.
Como a capa e o nome do livro já mostram, a história tem muito a ver com os The Beatles. Penny Lane é uma garota de 15 anos que sempre foi apaixonada por Nate Taylor, seu amigo de infância e, ao contrário do normal, ele parece gostar dela também. Os sonhos de Penny são focados em Nate e ela tem a certeza de que ele é o cara certo até descobrir -de uma maneira bem dolorosa- que não é.
Desacreditada nos homens, ela sabe que apenas quatro deles nunca quebrarão seu coração: John, Paul, Ringo e George- Os Beatles. Básico, né?! Jogue a primeira pedra quem nunca se apoiou numa banda, ou uma música, quando teve seu coração partido! A menos que seu coração tenha sido partido por algum membro dessa banda, é assim mesmo que funciona, não é?! Ao ver seu pôster favorito da banda pendurado na parede escrito “Stg. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, Penny decide montar um clube, onde a regra principal dele é passar o resto do colegial sem namorar, não importa quem fosse, e pensando em si mesma. Já estivemos nessa posição também, hein?! ‘Eu não quero mais saber de homem!’ Uhn, até o próximo bonitão colocar os olhos em vocês!
Uma antiga amiga de infância -da qual ela não tinha mais contato e muito menos coisas em comum- termina o namoro com o lindíssimo Ryan, e se junta a Penny. O clube, a partir daí, começa a fazer sucesso na escola e todas as garotas, de todas as idades, resolvem a participar. Uma verdadeira rebelião das mulheres daquele colégio, para o desespero dos garotos! Mal sabia Penny, que em pouco tempo ela seria uma garota completamente diferente e que as regras do clube da qual ela era a presidente, não fariam tanto sentido.
The Lonely Hearts Club foi o livro que eu li mais rápido na minha vida. Em 6 horas ele já tinha terminado! Não consegui o deixar de lado para ler depois, e é o tipo de livro que você se apaixona e quer dar uma cópia para cada uma das suas amigas, principalmente as que estão com o coração em pedaços. Acho que depois que eu li esse livro, nunca fui capaz de entrar numa livraria e não recomendar ele a alguém.
É um livro super fácil de ler, super divertido, cheio de Beatles e de cenas engraçadas. AMEI!!!
Beijos,
09/12
2011
Não sei se todos vocês chegaram a ver um post que fiz dia 9 de junho sobre a Katie Huttlestone, uma garota inglesa de 21 anos que tinha acabado de começar a sua carreira de modelo e foi diagnosticada com câncer de mama logo que a sua carreira começou a decolar e resolveu lidar com isso fazendo vídeos sobre o processo. Aos que não viram, aqui o primeiro post.
Seis meses depois, resolvi dar uma olhada para ver como anda Katie, e esse é o último vídeo que ela postou:
Nele ela conta que, depois de várias sessões de quimio e de perder o cabelo vermelho que era a sua paixão, ela fez mastectomia, retirou o seio e está usando um treno para tirar qualquer substância que não deveria estar lá. Ela diz que ficou somente dois dias no hospital, que sente um pouco de dor e que está ansiosa para receber o resultado da autópsia e saber se estava tudo bem com ela agora, ou se o câncer se espalhou.
Esse foi o último vídeo que ela fez, então não sabemos o resultado ainda. Vamos esperar e acompanhar a recuperação de Katie ;D
Beijos,
30/11
2011
Eu não sou muito chegada nesses livros de auto-ajuda! Na verdade, não sou NADA chegada nessa coisa de ficar lendo esse tipo de livro que vai te ajudar a ser uma mulher mais forte, a arranjar o marido perfeito, a ter sucesso no trabalho. Na minha opinião, o tempo que você gasta lendo isso seria mais bem empregado em atitudes e às vezes, um livro de ficção pode te dar um choque de realidade e te fazer mudar da mesma forma.
Porém, quando vi esse livro não pude resistir. A editora LEYA acabou de lançar o livro da Piggy, sim, a porquinha dos Muppets! Gente, pára tudo! A Piggy dando conselhos amorosos é genial!
A musa de Hollywood, que assumirá a direção da Vogue Paris no final deste ano, lança um livro para ajudar as mulheres a transformar seus sapos em verdadeiros príncipes. Cansada de ouvir as mesmas desculpas esfarrapadas dos homens? Você não sabe como segurar aquele gato que vive fugindo? Afinal, o que há de errado com os homens? Ele não está tão a fim de você? Então… Continue insistindo! Mundialmente conhecida por sua elegância e bom gosto, a queridinha da América, Miss Piggy, resolveu reunir todo o seu conhecimento para ajudar as mulheres do mundo.Por que os homens preferem as divas reúne os conselhos mais importantes para aquelas que querem arrumar um marido – de preferência um rico – seja ele homem ou sapo. Todos têm potencial para se tornarem príncipes encantados! Neste verdadeiro consultório sentimental, Piggy – na tradição dos melhores conselheiros amorosos – responde às principais dúvidas da mulherada: de moda ao amor, e distribui algumas alfinetadas para os homens de plantão. Uma verdadeira obra de arte de nossa Diva n.º 1 de Hollywood.
Não sei quem é o real autor do livro, e nem se o livro chega a ser um tipo de auto-ajuda mesmo ou só uma grande comédia, mas não importa!
O livro é super fininho –tem só 144 páginas- e com certeza deve fazer você rir bastante.
EU QUERO!!!!
Beijos,
Karol F. Garrett
24/11
2011
Com o anúncio do show do Foo Fighters na primeira edição do festival Lollapalooza no Brasil, resolvi fazer mais um post sobre a minha viagem, deixar vocês com água na boca e, apesar de achar que o valor do ingresso realmente está muito caro, mostrar que o show vai valer a pena!
No dia 3 de julho tive a oportunidade de ver o show dos caras em Milton Keynes , Inglaterra, com minhas amigas e sem dúvida foi um dos melhores shows que eu já vi em toda a minha vida! Agradeço de coração à minha futura madrinha de casamento e ao meu padrinho por terem me dado o segundo melhor dia que já tive! <3
Para começar a conversa, esse show -e um que aconteceu um dia antes- foram os maiores da banda: uma platéia de 70 mil pessoas por dia. Além do show do FF que é um espetáculo à parte, rolaram shows de abertura do Billy Clyro, The Hot Rats e Jimmy Eat World. Como se não bastasse, também rolou participação do John Paul Jones do Led Zeplin e o Dave Grohl tocou bateria! Foo Fighters é com certeza uma das melhores bandas existentes e Dave Grohl é o cara mais incrível que já ví em cima de um palcos. Não tem como não amar o show!
O backstage era tão legal quanto o show! Eles montaram um espécie de saloon com um bar que tinha o que você tivesse vontade de beber (Pimm’s <3), comida à vontade, mesa de sinuca, pebolim, outros jogos como aqueles que você pode testar a sua força e uma boneca vestida de cigana lê a sua sorte, um gramado cheio de mesas e cadeiras e um ônibus vermelho de dois andares tipicamente inglês, bem antigo onde você podia entrar e sentar para conversar ou então subir para o segundo andar e vê toda a platéia. Fora que tava super bem freqüentado! :D
Como tudo estava perfeito, eles também não vacilaram no setlist.
Aqui um vídeo que a Ari gravou no final de ‘Best of you’:
Espero que tenham curtido e comentem!
Beijos,
Karol F. Garrett
ps: Todas as fotos e vídeos são minhas e das minhas amigas, então se quiserem usar, seria de bom grado pedir permissão antes ;D
17/11
2011
“Não sou fã de Shakespeare”:foi a partir dessa frase que tive que ler ontem em um site que fala sobre livros e literatura que resolvi fazer esse post. Ninguém não é fã de Shakespeare, as pessoas que dizem isso só podem fazer parte de um desses grupos:
- não leu o suficiente
- não entendeu a peça
- não tem QI suficiente para entender
De todas essas opções, a última é a pior, e chega a ser triste, já que as peças e sonetos de Shakespeare falam de assuntos humanos e normais como: amor, traição, amizade, lealdade e por aí vai a lista do que nos separa de macacos. Porém, não estou aqui para criticar essas pessoas (talvez só um pouquinho), mas estou aqui para mostrar que não importa a sua opinião sobre William Shakespeare, temos que confessar que ele foi um gênio!
Aproveitando o modo controverso de como comecei esse post, vou falar da mais recente produção ‘anti-shakesperiana’ lançada: o filme Anônimo.

O lançamento rolou no dia 28 de outubro em boa parte do mundo, e no Brasil tem previsão de lançamento no dia 17 de fevereiro pela Sony Pictures. O filme fala sobre a mais polêmica questão que cerca o mais famoso autor da história: foi realmente ele quem escreveu todas as suas obras?
Alguns grandes estudiosos da história como Freud e Mark Twain já discutiram essa idéia, mas a verdade nunca foi realmente estabelecida. É, de fato, uma verdade que Shakespeare não deixou muito rastro da sua existência e muito menos qualquer prova de que as obras eram realmente suas, e foi concordando com isso que o diretor Roland Emmerich (de 2012, Godzilla e Independence Day) resolveu fazer esse filme. Inclusive no site oficial você encontra um vídeo – bem engraçado- do diretor dando 10 razões para acreditar que Shakespeare na verdade só emprestou seu nome ao 17º Conde de Oxford, Edward de Vere. Entre essas razões, Roland, cita coisas como o testamento de Shakespeare que deixava para sua esposa o velho colchão e não falava nada de suas obras, o fato das suas filhas não saberem ler e escrever e o quanto ele entendia sobre a nobreza e outros países sendo que era de classe baixa e nunca saiu do país. Vendo o vídeo você realmente chega a pensar ‘puxa, faz bastante sentido isso!’, e até eu, viciada em Shakepeare me vi duvidando de quem realmente era o autor.
Rebatendo o diretor, os críticos de cinema e historiadores caíram em cima, entre eles A. O. Scott do The New York Times, que dá um tapa na cara do diretor dizendo “Este é um filme de Roland Emmerich (pelo menos eu presumo que seja, embora eu ache que, no espírito da produção, eu deveria estar aberto a outras possibilidades. Joe Swanberg? Brett Ratner? Zhang Yimou? Tudo parece assustadoramente plausível, uma vez que você começa a pensar nisso)”. Concordo, é fácil criar teorias para ir contra qualquer coisa que não se tenha tantas provas, e o fato de um diretor de filmes do gênero…- uhn, como posso colocar sem ser grosseira? Ah sim, tosco e com muitos efeitos especiais e pouco conteúdo- me parece um pouco estranho, mas… o crítico ainda acrescenta que os que não conhecem história não vão ver Ben Johnson e Elizabeth Tudor como realmente foram. Mesmo discordando com o diretor, o crítico também diz que o filme é um grande divertimento baseado nessa teoria, que é brilhante ver um Shakespeare que é uma fraude e também um assassino, que mostra o jogo político e os amores na corte elizabetana, destacando aqui a brilhante interpretação de Jamie Campbell Bowie como o Conde de Oxford na juventude e de Rhys Ifans (famoso por seus papeis estranhos, como do cara que divide apartamento com o Hugh Grant em Um lugar chamado Notthing Hill) como o Conde mais velho. Eu não tinha dúvidas dessa parte! Jamie é um grande ator apesar dos poucos que o conhecem só saberem por causa da pontinha que ele fez na Saga Crepúsculo e por causa seu noivado com a atriz Bonnie Wright, a Gina Weasley de Harry Potter.
Depois de tudo isso ser dito, não posso dar minha opinião exata sobre o filme mas, assim que ele for lançado aqui no Brasil vou correndo assistir (na verdade conto os dias para o lançamento como aquelas garotas fazendo countdown para a estréia de Amanhecer) e volto com a minha opinião e a de grandes estudiosos shakesperianos brasileiros que eu conheço.
Os deixo com a intriga, suspense e a rivalidade tão clássicas de Shakespeare e também o trailer do filme:
E vamos combinar? Não ser fã de Shakespeare, independente de quem ele seja, é bem triste! haha
Beijos,
Karol F. Garrett





















