26/01
2012
Mais um post, com mais um livro que vale muito apena ser lido! Dessa vez vou falar de ‘O livro perdido das bruxas de Salem’, um livro com uma temática que eu adoro: bruxas!
Quando era mais nova, lia tudo que aparecia sobre bruxas na minha frente. Meu filme favorito era Jovem Bruxas e eu achava realmente que era possível fazer alguém levitar com dois dedos e repetindo ‘leve como pena, dura como tábua’. Com o passar dos anos, tudo começou a fazer mais sentido na minha cabeça, e apesar de deixar de andar com um pentagrama pendurado no pescoço, ainda me sentia interessada pelas tais bruxas. Exemplo disso é a minha cachorra Phoebe! E NÃOOOOO, não é por causa da Phoebe dos F.R.I.E.N.D.S., é por causa da Phoebe do Charmed!
Sei que alguns podem achar até que boba essa história de gostar de bruxas, mas tenho certeza que todo mundo sabe sobre Salem, a inquisição, e que muitas pessoas foram mortas de formas absurdas e extremamente cruéis. O que pouca gente sabe é que muitos conseguiram escapar da morte e que a autora desse livro é descendente de uma delas.
Katherine Howe me pareceu escrever uma ‘autobiografia fantástica’ ao escrever esse livro. Ela é descendente de Elizabeth Howe,enforcada como bruxa em 1692, e de Elizabeth Proctor, que escapou da execução por estar grávida e acabou virando personagem da peça ‘Bruxas de Salem’ de Arthur Miller. E acho que é essa ligação com essas mulheres que deixa esse livro tão interessante.
Mas, chega de falar sobre a autora bruxa e vamos ao livro em si:

Livro:
O livro perdido das bruxas de Salem
Autora: Katherine Howe
Editora: Suma de letras
Em 1692, Salem, Massachusetts, o cenário é de uma histérica caça às bruxas. Mais de 150 pessoas presas. Trinta enforcadas. Uma comunidade marcada para sempre pela desconfiança de que a pessoa ao lado poderia ser adepta da feitiçaria e adoradora do demônio. Em 1991, Coonie Goodwin, uma estudante de doutorado, se muda para a velha casa de seua avó, nas proximidades de Salem. Connie é prática, racional, cética. Mas a casa parece guardar segredos, lembranças de uma época em que a ciência se confundia com a fé- entre elas, uma Bíblia do século XVII. Dentro dela, uma chave. Enrolado na chave, um papel. Nele, um nome escrito: Deliverance Dane. Quem foi essa mulher? Como ela viveu, morreu e qual a sua relação com a casa? Ao desvendar este enigma, Connie mergulhará no passado da região e terá de reavaliar sua visão de mundo e sua própria identidade.
O livro é dividido em duas épocas. Em 1991, você conhece Connie, uma garota comum, meio nerd, estudando muito para o seu mestrado que tem tudo a ver com a sua história mas, ela não sabe. Ela divide o quarto na faculdade com a sua amiga Liz, que estuda línguas antigas, como latim e grego. Com a morte de sua avó, sua mãe -uma pessoa que é completamente oposta de Connie, com quem ela tem uma relação difícil- a incumbe de ir até a casa da sua avó, nas proximidades de Salem, e arrumar tudo para vendê-la. É ai, como num passe de mágica, que sua vida muda completamente! Ela aprende mais sobre si, arranja material para o seu mestrado e se mete na maior confusão que alguém poderia se meter. Ao mesmo tempo ela conhece Sam, um cara lindo (óbvio), que trabalha na restauração de uma igreja ali por perto e que vai ajudar muito Connie quando ela mais precisa, além de dar a ela um pouco de romance, claro!
Em 1692, você conhece a história de Mercy. Uma garota que sempre viveu com a sua mãe Deliverance –uma mulher cheia de conhecimento sobre plantas- em uma casinha simples em Marblehead, bem no meio da inquisição. Do mesmo jeito que Connie, Mercy tem a sua vida modificada por causa da sua mãe, e é com a narrativa dessas duas histórias, em tempos completamente diferentes, intercaladas que você vai viajando.
Não espere por bruxas voando em vassouras, e pode se surpreender quando a fé cristã entrar no meio da história. Mas nunca se esqueça de que a estória é baseada na história! E para não deixar ninguém passar reto por isso, e pra chamar um pouco de atenção (claro), a autora começa o livro com um fragmento de uma carta datada “Cidade de Salem, 16 de setembro de 1692”:
Hoje fiquei olhando enquanto Giles Corey era imprensado entre as pedras até a morte. Ele havia ficado daquele jeito por dois dias, mudo. A cada pedra lhe diziam que ele devia implorar, do contrário poriam mais pedras. Mas ele apenas sussurrava: “Mais peso.”. De pé no meio da multidão encontrei Deliverance Dane, que ficou branca, apertou a minha mão e chorou quando puseram a última pedra.
Aqui um vídeo que eu achei da autora contando um pouco sobre o livro:
Nunca conversei com uma pessoa que tenha lido esse livro e não tenha gostado! Então se você ainda não leu, aqui uma boa dica.
Beijos,
Karol F. Garrett
16/01
2012
Já ouviu falar nas Dolly Rockers? Se não, deveria!
Um pouco mais de dois anos – eu não me lembro como- eu me deparei com um vídeo dessas três garotas inglesas chamado ‘Gold Digger’ e fiquei viciada. Não só porque a música é boa, mas porque qualquer garota que saia pelas ruas causando e que use vestido com coturno, já me ganha. Se é inglesa então, já tem minha devoção!
Lucie, Daniele e Brooke ficaram conhecidas em 2006 por participarem do programa X-Factor mas só em 2009 que elas conseguiram assinar com uma gravadora e ai lançaram seu primeiro clip ‘Je suis en Dolly’, que foi gravado no metro de Londres. Como nenhuma banda pode ficar sem um pouco de drama, em dezembro de 2009 a integrante Lucie, saiu do grupo e deu lugar a morena Daniele. Mas, logo depois, ela voltou e então a banda ‘dispensou’ Brooke Challinor e a formação desde então é a mesma: Sophie, Daniele e Lucie.
Depois do clip, comecei a ver muitos outros vídeos delas pela internet, um inclusive ensinando a beber tequila! Infelizmente esse vídeo da tequila não está mais online (ou pelo menos eu não achei) mas, no canal do youtube das meninas, você encontra vídeos engraçadíssimos como o delas ensinando a fazer esse penteado super bacana que elas usam e delas causando nas ruas de Londres.
Além disso, elas são SUPER simpáticas! As sigo no twitter e elas sempre respondem as mensagens que os fãs mandam e estão sempre falando coisas engraçadas.
Pra ver se eu consigo viciar vocês também, aqui o primeiro vídeo que eu vi:
Elas são demais, né?! Já pode ser amiga de balada delas e sair pelas ruas londrinas usando roupas lindas, cabelão e coturno?
Espero que vocês tenham sido ‘Dolly Rockered’. Se foi, aqui a sua chance de começar o ano com estilo:
Vamos sortear um COLAR BEIJO (bem a cara das Dolls)! Tudo que você tem que fazer é seguir no twitter a Like a Toy Store e EUUUUU, twittar a seguinte frase:
Quero ganhar um BEIJO da @likeatoystore! http://bit.ly/AC1ggC #promobeijo
Depois é só comentar nesse post para validar a sua participação e torcer para ser a ganhadora! O resultado sai dia 20 de janeiro no twitter ;D
Beijos,
Karol F. Garrett
13/01
2012
Oii genteee!!
Como esse é o meu primeiro post do ano, nada melhor do que começar desejando a todos um ótimo ano novo, repleto de realizações, conquistas e muita saúde!! Agora vamos ao que nos interessa…
Como havia falado no meu último post antes da viagem, prometi a vocês que iria fazer tipo de uma pesquisa sobre moda, estilo e tendências das mulheres em Orlando, estão lembrados? Então, hoje vamos tratar do que acabei encontrando por lá. Como uma cidade bastante turística, me encontrei com mulheres de todas as nacionalidades possíveis, ressaltando as americanas e japonesas, as quais irei comentar neste post. Dentre essas, as japonesas eram as maaaais estilosas, sempre muito criativas, espontâneas, estilosas, sem exageros e bizarrices, (bom, talvez excluindo as fiéis adaptas ao movimento Harajuku Girls), pude notar que mesmo nos parques da Disney e da Universal, um ambiente que nos pede um traje mais confortável e menos trabalhado, elas sempre acertavam nas roupas, combinando o conforto com o estilo e originalidade, ADOREI os estilos delas e já estou fazendo maiores pesquisas sobre o estilo para dividir com vocês.
Harajuku Girls.
Agora… já as americanas….. me perdoem o desabafo, mas não consigo compreender como essas mulheres, que tem acesso as maiores e melhores lojas, marcas e preços podem ser tão desapegadas a moda e ao estilo. Alguém comunique ao Tim Gunn que suas compatriotas estão precisando de sua ajuda!! Porém, em meio aos destroços e horrores da moda americana (que exagero!), surge uma pequena esperança, chamada TOMS, uns sapatinhos de pano que no começo me lembravam muito o Seu Madruga do Chaves e minhas tardes de domingo com meu avô, mais com o tempo, observando e aceitando sua idéia, pude perceber que era um acessório bastante interessante, agregado ao um estilo de bom gosto e originalidade.
Esse é o modelo TOMS que eu tanto procurei.
Esses sapatinhos estavam nos pés de praticamente TODAS as americanas, e conversando com algumas, me disseram que virou febre nos Estados Unidos e é hiper confortável, e tem modelos bastante diversos. Então, lá fui eu em minha expedição atrás do meu TOMS, de inicio, busquei uma cor e um estilo menos excêntrico, para me acostumar com a idéia, porém, devido à febre desses sapatinhos, em nenhum lugar tinha o meu tamanho!!! Me deixando com a única opção de comprá-los pela internet, no site deles. E o mais interessante é que eles têm uma campanha séria, em que, na compra de um par de sapatos TOMS, uma criança carente ganha um par de sapatos, assim podemos entrar nessa tendência e ainda ajudar alguma criança que necessita de um calçado, não é interessante?
Esse TOMS mistura o modelo original com a tendência spadrille, perfeito para o verão, MUST HAVE da estação.
E então gente, o que acharam dessa nova moda americana, vocês acham que aqui pega? Eu quero acreditar que sim, achei uma tendência super estilosa, confortável e a cara do verão. Para quem se interessou, o site da loja é http://www.toms.com
XoX,
Dani Freitas
10/01
2012
Primeiro post de 2012 e eu resolvi começar bem contando um pouco sobre o filme que eu estava desesperada para ver nesse fim/começo de ano: IMORTAIS.
Vou ser sincera e contar a real razão de tamanho desespero: sou VICIADA no Henry Cavill. Clichê, porém real! Pra quem não sabe de quem eu estou falando (o que é uma pena), Henry é um ator britânico excelente que teve o seu talento reconhecido, primeiramente, em The Tudors- meu seriado favorito- onde participou das quatro temporadas como Charles Brandon, o melhor amigo do rei Henrique VIII. Agora ele é nada menos que o novo Super Homem e para dar um gostinho -e provar aos desacreditados- que ação é com ele mesmo, é a estrela de Imortais.
No filme Henry é Teseu, filho de uma mulher considerada prostituta, por quem ele tem verdadeira adoração. Eles vivem em uma aldeia em um lugar bem inusitado da Grécia, Teseu não tem amigos além de um senhor que mora na rua e o ensina desde criança a lutar. Ele se vê na obrigação de proteger a sua mãe do exército sanguinário do Rei Hipérion que se aproxima e por onde passa causa terror na sua tentativa incontrolável de tentar dominar o mundo e de libertar os Titãs -presos por Zeus- para o ajudar. Ao tentar sair da aldeia junto com os outros moradores, Teseu é proibido por causa da sua classe social, o fazendo ter que esperar mais um dia para poder fugir. Acontece que aí é tarde demais, Hipérion chega causando destruição, mortes e obrigando homens a serem seus escravos.
Depois de ver a mãe ser morta na sua frente, Teseu se torna escravo e é ai que ele conhece Freda – uma bela mulher que é o Oráculo de Sibeline e prevê o futuro não só da Grécia, mas do próprio Teseu- e decide juntar-se com outros escravos e começar a sua luta por vingança.
O filme é um espetáculo em muitos sentidos. Do mesmo diretor e produtores de 300, tudo é muito bem feito através de computação gráfica, e tem uma fotografia INCRÍVEL! Tem mudanças de cena que me deixaram maravilhada, um espetáculo para quem gosta de cinema bem feito. É repleto de atores incríveis como o próprio Henry Cavill, Freida Pinto, Mickey Rourke e Luke Evans, então é um show de interpretação. Tem muito sangue e cenas de lutas bem grotescas, com sangue voando e cabeças sendo cortadas, o que é um espetáculo para qualquer fã de filmes de ação; e é REPLETO de homens maravilhosos sem camisa, praticamente o filme inteiro, o que é um espetáculo para a mulherada que tem que acompanhar o namorado ao cinema. Ah… e também vale para fãs de Crepúsculo, pois Kellan Lutz faz parte do filme como Poseidon.
Eu, particularmente, só me senti um pouco perdida na parte do Monte Olimpo, que aparecem alguns deuses que ficam sem nome e você não entende muito bem. Falando em deuses e ficar meio perdida, segundo a minha amiga, Bruna (que é viciada em antiga Grécia e deuses), o filme não acompanha muito bem os mitos que conhecemos e deixam um pouco a desejar, mas como não entendo nada disso, não posso comentar e aconselho aos que queiram saber mais, lerem a resenha que ela fez. Ao meu ver, é uma liberdade poética do roteirista para dar margem a seqüência que parece que vai existir com o final desse filme.
Adorei! Minha expectativa era ver muito Henry Cavill (o homem mais belo do planeta) sem camisa e acabei ganhando muito mais que isso! Entretenimento de qualidade!
Para quem ainda tem dúvida se deve assistir ou não, deixo-os com o trailer:
Beijos,
Karol Freitas Garrett













